«aquela magia da música que vem do éter, é um hábito que se está extinguir (…) a rádio enquanto escuta caseira é um hábito que faliu e que nos fugiu, e não há maneira de voltar». António Sérgio in "Suplemento DN" de 08 de Julho de 2005
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sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

Sábado, Nas Antigas Instalações da RDP no Porto

Amanhã, a partir das 22:00 horas, na Rua Cândido dos Reis, no Edifício da antiga RDP, no Porto, os "Colectivo Faca Monstro" apresentam o «Transceptor Oblíquo», uma performance em formato de programa de rádio.

Segundo o Diário Digital, «A produção aborda as relações entre a rádio e fenómenos paranormais», particularmente «avistamentos de objectos voadores não identificados».
 
Jonathan Saldanha e Pedro Augusto assinam a recolha de textos e a dramaturgia. Os intervenientes são Ana M. Fernandes, André Neves, Diogo Dória e Rui Pina (narração); e Jonathan Saldanha e Pedro Augusto (sonoplastia).

Realizado em articulação com a Exposição «Emissores Reunidos», a iniciativa mostra uma obra que parte de «uma dramaturgia preparada (do relato popular à incursão técnico-utópica) e da criação de ambientes sonoros.

O público poderá acompanhar em directo no local ou a partir do sítio da Rádio Zero».

sexta-feira, 21 de novembro de 2008

A Rádio no Teatro

O Teatro Municipal da Guarda e a companhia Trigo Limpo Teatro ACERT apresentam, de hoje e até domingo, a peça «Guarda: rádio memória». O espectáculo gira em torno de uma emissão em directo da Rádio Altitude.

A peça tem como base uma emissão imaginária, onde o espectador é transportado para acontecimentos marcantes, divertidos ou trágicos, reais e imaginários, da história da cidade da Guarda.

Este é um espectáculo que conta com a participação de mais de três centenas de actores, bailarinos, músicos e colectividades da Guarda e está inserido nas comemorações dos 809 anos da cidade e dos 60 anos da Rádio Altitude.