Após um período de publicação irregular, com algumas (grandes) pausas, os textos sobre a rádio estão de volta e este espaço.
domingo, 27 de janeiro de 2008
terça-feira, 22 de janeiro de 2008
TSF tem novo director adjunto
Arsénio Reis, até agora chefe de redacção da Rádio Renascença, emissora onde trabalhou durante 17 anos como jornalista, é o escolhido pelo novo director de antena da TSF - Rádio Notícias, Paulo Baldaia.
quarta-feira, 16 de janeiro de 2008
José Fragoso abandona TSF
O director de antena da TSF - José Fragoso - vai assummir o cargo de director de programas da RTP, saíndo, assim, da estação radiofónica da Controlinveste.
Act. 17 Jan. - Paulo Baldaia (que já foi jornalista da TSF e desempenha funções de chefe de redacção do JN, em Lisboa) é o novo director da TSF, entra em funções na próxima segunda-feira.
Act. 17 Jan. - Paulo Baldaia (que já foi jornalista da TSF e desempenha funções de chefe de redacção do JN, em Lisboa) é o novo director da TSF, entra em funções na próxima segunda-feira.
terça-feira, 15 de janeiro de 2008
Audiências do quarto trimestre
Segundo dados do Bareme Rádio, da Marktest, as audiências totais da rádio cresceram 2,25% no decorrer do último trimestre de 2007.
Estes resultados, no entanto, não são rigorosos, dada a forma como são calculados. Também há que realçar o facto de as emissoras não se baterem todas em pé de igualdade. TSF, Rádio Clube, M80, Cidade FM, Mega FM e Best Rock FM, não são escutadas em todo o território português, pois não são estações de cobertura nacional.
Ficam, assim, alinhadas as emissoras, em termos de Audiência Acumulada de Véspera (AAV):
RFM – 13,7%
RR – 9,3%
Comercial – 6,9%
Antena 1 – 4,8%
Cidade FM – 4,3%
TSF – 3,9%
Antena 3 – 3,1%
Mega FM – 1,8%
Rádio Clube – 1,3%
M80 – 1,1%
Best Rock FM – 0,5%
Antena 2 – 0,4%
domingo, 13 de janeiro de 2008
As Manhãs da Rádio na “Notícias Magazine”
A revista “Notícias Magazine” – distribuída aos domingos com o JN e o DN – apresenta na edição uma reportagem muito interessante sobre as manhãs nas emissoras com forte componente informativa (TSF, Antena 1, Renascença e Rádio Clube).
A reportagem, infelizmente, não está online.
Mais uma festa do "Queridos Anos 80"
O blogue "Queridos Anos Oitenta" vai realizar mais uma festa para recordar a era dourada da Pop e uma das melhores da rádio portuguesa.
É já no próximo sábado, 19 de Janeiro.

sexta-feira, 11 de janeiro de 2008
Uma petição em prol da cultura em Portugal
Os atentados à cultura em Portugal são continuados, sendo o encerramento do Museu da Rádio e a demolição do respectivo prédio disso um exemplo. Deixa-se destruir património único, encerra-se museus e a desculpa é «A vida dos museus não é eterna. Eles nascem, vivem e morrem. Não devemos estar presos a uma atitude conservadora». - Palavras da Ministra da Cultura.
Claro que há cidadãos indignados (eu sou um deles), e um meio para divulgar essa indignação é através da rádio. Assim sendo, o Bife Rádio Show, um programa da Rádio Trofa, incluiu uma petição online na sua última newsletter:
«Tendo conhecimento da reestruturação ministerial que será levada a cabo por José Sócrates no início do próximo ano e prevendo a saída da actual Ministra da Cultura, Isabel Pires de Lima, propomos que se volte a repensar a política cultural nos termos em que Manuel Maria Carrilho o fez.
Claro que há cidadãos indignados (eu sou um deles), e um meio para divulgar essa indignação é através da rádio. Assim sendo, o Bife Rádio Show, um programa da Rádio Trofa, incluiu uma petição online na sua última newsletter:
«Tendo conhecimento da reestruturação ministerial que será levada a cabo por José Sócrates no início do próximo ano e prevendo a saída da actual Ministra da Cultura, Isabel Pires de Lima, propomos que se volte a repensar a política cultural nos termos em que Manuel Maria Carrilho o fez.
Ao contrário dos últimos governos, onde se assistiu a uma total falta de conhecimento e planificação para esta área por parte de cada ministro da Cultura que tivemos (e foram 5 nos últimos 8 anos...) é inegável que Carrilho foi o único nesta pasta que teve uma visão alargada do que é criar estruturas e consolidar o tecido profissional e criativo de um país, e que pôs de pé um projecto consistente, com conhecimento da realidade tanto no campo da criação artística como no campo da gestão e dinamização do património cultural, em todas as suas frentes - técnica, artística, administrativa, de produção, de programação, de equipamentos culturais, de sensibilização de públicos, de interacção de agentes, nomeadamente autarquias, direcções regionais e Estado - e compreendendo a necessidade de articulação de todas essas mesmas frentes. Soube fazê-lo rodeando-se de equipas competentes, de elementos com um verdadeiro conhecimento no terreno e sobretudo munidos de uma real noção da contemporaneidade, visando um Futuro de criação, difusão e dinamização da cultura portuguesa, dentro e fora do país. Para travar o rasto de destruição e retrocesso deixado pelos responsáveis pela Cultura que se lhe seguiram, exigimos um ministro com um projecto, consciente das necessidades e prioridades desta pasta e possuidor de um verdadeiro desejo de construção e crescimento desta área no nosso país.
Os abaixo-assinados, que desejam um país culturalmente ao nível da Europa em que se diz inserido, lançam assim um repto a este governo, propondo a escolha, por parte do Primeiro-Ministro, de alguém com o mesmo nível de visão e projecto que Manuel Maria Carrilho teve para a Cultura em Portugal».
Visitem e assinem a petição. A cultura portuguesa agradece.
quarta-feira, 9 de janeiro de 2008
Rádio Clube tem novo director de programas
A escolha de Luís Osório – director do Rádio Clube – para o cargo de director de programas recaiu sobre Paulo Sérgio.
O novo director de programas do Rádio Clube é «licenciado em Comunicação e Jornalismo, tendo iniciado a sua carreira em 1993, no Rádio Clube de Cascais, de onde passou para a Rádio Renascença na qual desempenhou funções de autor, realizador, apresentador, repórter, locutor, editor literário e musical entre 1995 e 2006».
Escuta da rádio pública na web aumenta
A escuta de rádio via Internet não pára de crescer, provando, assim, que a aposta nas emissões online está ganha.
Conforme dados divulgados pela RTP, as suas estações radiofónicas (Antena 1, Antena 2, Antena 3, RDP Internacional, RDP África, Antena 1 Madeira, Antena 3 Madeira, RDP Açores e a webradio Mozart) receberam mais de seis milhões de contactos na Internet, em 2007, o que representa um aumento de 44%, face 2006.
sexta-feira, 4 de janeiro de 2008
Um convite
Chegou, por e-mail, este convite da Rádio Zero:
«Caros ouvintes:
Convidam-se Vossas Excelências a participarem nas festividades de inauguração da primeira infra-estrutura para processamento e recepção de fenómenos de quantum-criatividade em território nacional.
Na madrugada 6 de Janeiro, com o apoio logístico dos técnicos de projecção radioeléctrica da Antena 2, continente e ilhas serão cobertos pelos projécteis criativo-quanta enviados pela rede Radia no espaço de interacção humana.
A Comitiva responsável pela Segurança e Integridade dos Velhos Hábitos, Vícios e Costumes classificou o evento como DAMN - Despoletador de Abertura de MeNtes.
Madrugada Radia na Antena 2
Uma produção Rádio Zero
Dia 6, ouvido desperto e colado ao receptor de rádio, das 01 às 07. Quem adormeceu pode reprogramar uma insónia para dia 19, às mesmas horas».
«Caros ouvintes:
Convidam-se Vossas Excelências a participarem nas festividades de inauguração da primeira infra-estrutura para processamento e recepção de fenómenos de quantum-criatividade em território nacional.
Na madrugada 6 de Janeiro, com o apoio logístico dos técnicos de projecção radioeléctrica da Antena 2, continente e ilhas serão cobertos pelos projécteis criativo-quanta enviados pela rede Radia no espaço de interacção humana.
A Comitiva responsável pela Segurança e Integridade dos Velhos Hábitos, Vícios e Costumes classificou o evento como DAMN - Despoletador de Abertura de MeNtes.
Madrugada Radia na Antena 2
Uma produção Rádio Zero
Dia 6, ouvido desperto e colado ao receptor de rádio, das 01 às 07. Quem adormeceu pode reprogramar uma insónia para dia 19, às mesmas horas».
quarta-feira, 2 de janeiro de 2008
Em 2008
A RTP dinamizará os seus sites de rádio, colocando online arquivos áudio de emissões das décadas de 1930 em diante. Também será o ano que José Nuno Martins deixará o cargo de “Provedor do Ouvinte”, da rádio pública.
O Rádio Clube verá se foi uma aposta ganha a alteração do seu estilo (as sondagens do último trimestre de 2007 estão quase a sair) ou se terá de repensar a estratégia. Penso que o Rádio Clube está no bom caminho e, provavelmente, atingirá os objectivos propostos.
O Grupo Renascença continuará a apostar na Internet e lançará novos canais online e uma estação dedicada ao público sénior.
Joaquim Oliveira, responsável máximo da Controlinveste, já afirmou que na «rádio do grupo, TSF, estão igualmente previstos o lançamento de novos canais temáticos».
Também a Lei da Rádio vai ser alterada, já que vai ser transposta a nova directiva europeia para o audiovisual.
segunda-feira, 31 de dezembro de 2007
Um balanço do 2007 radiofónico
O ano termina com más notícias para a cultura portuguesa, muito particularmente para a rádio e a sua história: o Museu da Rádio fechou portas definitivamente e o prédio (local, também ele, histórico) vai ser demolido. Sobre este assunto, é recomendável a leitura do texto de Rogério Santos no blogue Indústrias Culturais.
Foram editados alguns livros sobre o meio radiofónico, o Rádio Clube apostou em força na informação, na tentativa de conquistar ouvintes e as emissoras portuguesas passaram a estar obrigadas a dedicar 25% da sua programação à música portuguesa.
Em Novembro, finalmente, a radiodifusão em geral passou a ter um Contrato Colectivo de Trabalho, ficando todas as emissoras com uma regulação laboral legal, embora longe das que existem na RDP e na RR. No entanto, são grandes as dúvidas se ele vai ser cumprido pelas estações. E, como estamos em Portugal, certamente não haverá quem inspeccione o cumprimento da Lei ou então não será suficiente.
No último mês de 2007, ficou-se a saber que, afinal, a rádio é imprescindível e António Sérgio, uma das vozes com história na rádio portuguesa, regressou ao éter, na Radar FM, depois de ter sido dispensado da Rádio Comercial.
A rádio espanhola é mais diversificada que a portuguesa, mas, ainda assim, Francisco Amaral foi convidado a fazer uma versão em castelhano do seu "Íntima Fracção". O comunicador não conhecia ninguém da EMA RTV. Um responsável daquela cadeia de comunicação escutou, gostou, e aí está o Íntima Fraccion. É um caso único e o primeiro nestes moldes.
A Altitude FM, a primeira estação radiofónica portuguesa a ter um provedor do ouvinte, nomeou Hélder Sequeira para o cargo. Este é, ainda, um caso único na rádio privada em Portugal.
Foram editados alguns livros sobre o meio radiofónico, o Rádio Clube apostou em força na informação, na tentativa de conquistar ouvintes e as emissoras portuguesas passaram a estar obrigadas a dedicar 25% da sua programação à música portuguesa.
Em Novembro, finalmente, a radiodifusão em geral passou a ter um Contrato Colectivo de Trabalho, ficando todas as emissoras com uma regulação laboral legal, embora longe das que existem na RDP e na RR. No entanto, são grandes as dúvidas se ele vai ser cumprido pelas estações. E, como estamos em Portugal, certamente não haverá quem inspeccione o cumprimento da Lei ou então não será suficiente.
No último mês de 2007, ficou-se a saber que, afinal, a rádio é imprescindível e António Sérgio, uma das vozes com história na rádio portuguesa, regressou ao éter, na Radar FM, depois de ter sido dispensado da Rádio Comercial.
A rádio espanhola é mais diversificada que a portuguesa, mas, ainda assim, Francisco Amaral foi convidado a fazer uma versão em castelhano do seu "Íntima Fracção". O comunicador não conhecia ninguém da EMA RTV. Um responsável daquela cadeia de comunicação escutou, gostou, e aí está o Íntima Fraccion. É um caso único e o primeiro nestes moldes.
A Altitude FM, a primeira estação radiofónica portuguesa a ter um provedor do ouvinte, nomeou Hélder Sequeira para o cargo. Este é, ainda, um caso único na rádio privada em Portugal.
Outras análises ao 2007 radiofónico em Portugal podem ser lidas no "NetFM" e no "Rádio e Jornalismo". Internacionalmente, Corey Dietz apresenta os dez mais de 2007.
Um 2008 cheio de sucessos.
sexta-feira, 28 de dezembro de 2007
Uma explicação
Dada a época que atravessamos, os textos são escassos mas, antes de o ano terminar, será apresentada uma resenha do que foi o 2007 radiofónico em Portugal.
Continuação de Boas Festas.
Continuação de Boas Festas.
segunda-feira, 24 de dezembro de 2007
Um Feliz Natal com 101 anos
A radiodifusão está no seu segundo século de existência. Há 101 anos atrás Reginald Aubrey Fessenden fez o primeiro programa de rádio da história. Na noite de natal de 1906, o inventor, que vinha a trabalhar num emissor que reunia a mais moderna tecnologia, efectuou a primeira emissão de radiodifusão sonora, oferecendo aos operadores de Telegrafo dos barcos ao largo de Brant Rock, Massachussets, EUA, o primeiro programa de rádio.
O espanto dos radiotelegrafistas deveria ter sido enorme, pois em vez do crepitar dos sinais de Morse nos auscultadores, ouviram a voz de Fessenden, que leu algumas palavras da Bíblia, tocou o tema natalício Oh Holly Night no seu violino e desejou bom Natal a todos os que o escutavam. Este foi o evento que marcou o nascimento da radiodifusão sonora.
O espanto dos radiotelegrafistas deveria ter sido enorme, pois em vez do crepitar dos sinais de Morse nos auscultadores, ouviram a voz de Fessenden, que leu algumas palavras da Bíblia, tocou o tema natalício Oh Holly Night no seu violino e desejou bom Natal a todos os que o escutavam. Este foi o evento que marcou o nascimento da radiodifusão sonora.
Um Feliz Natal e um 2008 cheio de sucessos
domingo, 23 de dezembro de 2007
O novo director da Rádio Alfa
João Paulo Dinis vai assumir o cargo de director da Rádio Alfa, em Paris. O jornalista, que trabalhou 30 anos na RDP e que chegou a ser assessor de imprensa da Federação Portuguesa de Futebol, em 2003, viu-se, em 2006, no desemprego e colocou «um anúncio a pedir trabalho. No primeiro número do semanário Sol, publicou o apelo que dizia mais ou menos o seguinte: "Quero trabalhar. Jornalista com alguns cabelos brancos..." Na sua sequência, Emídio Rangel escreveu uma crónica a falar dele e a SIC fez uma reportagem sobre a sua situação. Em menos de duas semanas, Manolo Bello, da Comunicasom, arranjou-lhe trabalho no programa das manhãs da SIC, onde se manteve até agora, altura em que recebeu o convite para dirigir a Rádio Alfa, desafio que não hesitou em aceitar».
O nome de João Paulo Dinis pouco dirá aos ouvintes mais novos, mas os que têm mais de 40 anos (e eventualmente mais novos) lembram-se que este jornalista protagonizou um momento chave da história de Portugal. Foi ele quem, no dia 24 de Abril de 1974, às 22 horas e 55 minutos, transmitiu a senha que fez avançar a Revolução dos Cravos. Estava aos microfones dos Emissores Associados de Lisboa quando lançou a música “E depois do adeus”, de Paulo de Carvalho.
A Rádio Alfa existe há cerca de 20 anos e emite 24 horas por dia para a comunidade portuguesa que reside na zona da capital francesa.
O nome de João Paulo Dinis pouco dirá aos ouvintes mais novos, mas os que têm mais de 40 anos (e eventualmente mais novos) lembram-se que este jornalista protagonizou um momento chave da história de Portugal. Foi ele quem, no dia 24 de Abril de 1974, às 22 horas e 55 minutos, transmitiu a senha que fez avançar a Revolução dos Cravos. Estava aos microfones dos Emissores Associados de Lisboa quando lançou a música “E depois do adeus”, de Paulo de Carvalho.
A Rádio Alfa existe há cerca de 20 anos e emite 24 horas por dia para a comunidade portuguesa que reside na zona da capital francesa.
Os maiores sucessos ao João Paulo Dinis no desempenho deste novo cargo.
sábado, 22 de dezembro de 2007
Acabou o Museu da Rádio
É de lamentar que um dos melhores museus do mundo no seu género tenha encerrado. A cultura portuguesa está mais pobre, mas não é de estranhar. Afinal não há mais país para além do défice.
O local onde estava localizado o Museu da Rádio, na Rua do Quelhas, 21, faz parte da história da rádio portuguesa. Era o sítio onde durante anos funcionou a Emissora Nacional.
O sítio da Rádio Renascença apresenta uma reportagem da jornalista Dina Soares com imagem e edição da Jornalista Conceição Sampaio, no Museu da Rádio. Artur Agostinho fala dos seus tempos na Emissora Nacional e de outros tempos que serão apagados da memória quando o prédio for demolido.
O local onde estava localizado o Museu da Rádio, na Rua do Quelhas, 21, faz parte da história da rádio portuguesa. Era o sítio onde durante anos funcionou a Emissora Nacional.
O sítio da Rádio Renascença apresenta uma reportagem da jornalista Dina Soares com imagem e edição da Jornalista Conceição Sampaio, no Museu da Rádio. Artur Agostinho fala dos seus tempos na Emissora Nacional e de outros tempos que serão apagados da memória quando o prédio for demolido.
Na reportagem, o director do núcleo museológico da RTP, Pedro Brauman, afirma que chegou a estar prevista a construção de um novo museu, mas o projecto não avançou por decisão do Governo e da administração da RTP.
Lamentável e lamentáveis!
sexta-feira, 21 de dezembro de 2007
António Sala, o Comunicador
Hoje, às 22h55, a RTP 1 vai transmitir o documentário "António Sala, o Comunicador". Figura da Rádio, da televisão, também do teatro e da música, António Sala é, realmente um grande comunicador.
Tudo começou na Rádio Ribatejo há 40 anos. Seguiu-se a RDP e, em 1978, ingressou na Rádio Renascença (RR) onde, no programa da manhã (o famoso "Despertar"), fez dupla com Olga Cardoso - outra grande figura da rádio portuguesa. Hoje, António Sala ainda continua aos microfones da RR aos sábados de manhã.
Tudo começou na Rádio Ribatejo há 40 anos. Seguiu-se a RDP e, em 1978, ingressou na Rádio Renascença (RR) onde, no programa da manhã (o famoso "Despertar"), fez dupla com Olga Cardoso - outra grande figura da rádio portuguesa. Hoje, António Sala ainda continua aos microfones da RR aos sábados de manhã.
quarta-feira, 19 de dezembro de 2007
Tese de Mestrado sobre a rádio e a guerra colonial
O blogue “Indústrias Culturais” apresenta um texto sobre a dissertação de mestrado de Carolina Ferreira, apresentada ontem, e aprovada com a máxima classificação, na Universidade de Coimbra.
“O altifalante do regime. A Emissora Nacional como arma de guerra no conflito colónia” é o título da tese. «A autora propôs-se estudar o Estado Novo e a guerra colonial (1961-1974), a Emissora Nacional e o efeito das suas emissões na opinião pública. O seu ponto de partida foi o da rádio como arma de guerra no conflito colonial».
“O altifalante do regime. A Emissora Nacional como arma de guerra no conflito colónia” é o título da tese. «A autora propôs-se estudar o Estado Novo e a guerra colonial (1961-1974), a Emissora Nacional e o efeito das suas emissões na opinião pública. O seu ponto de partida foi o da rádio como arma de guerra no conflito colonial».
sexta-feira, 14 de dezembro de 2007
A rádio é imprescindível
Num «estudo desenvolvido em Portugal pela agência de meios Nova Expressão para a Columbus Media International, efectuado pela Netsonda, a que o DN teve acesso», revela que 47,6% dos inquiridos responderam, em relação à rádio, que, se a rádio acabasse, “sentiria muito a sua falta”. A mesma resposta foi dada por 45,1% dos inquiridos para a televisão e por 41,3% relação aos jornais. A Internet é considerada imprescindível por 98,1% dos inquiridos.
Decadência das rádios locais de Setúbal*
O diário digital “Rostos.pt” apresenta uma reportagem sobre o colóquio "Conversas do 2.º Balcão", realizada no Fórum Municipal Luísa Todi, na passada sexta-feira, e promovido pela Câmara Municipal de Setúbal. O colóquio teve como tema um assunto pertinente: "O Que é Feito das Rádios Locais?".
Paulo Sérgio, subdirector de informação da Antena 1, que começou a carreira de jornalista na Rádio Azul, constatou um facto: "as rádios locais cumpram muito mal a verdadeira função para que foram criadas". Embora o alvo fossem as emissoras locais de Setúbal, a frase pode aplicar-se – com algumas excepções – à generalidade das emissoras locais portuguesas.
Paulo Pestana, jornalista da Rádio Voz de Setúbal O jornalista não teve dúvidas ao afirmar que "funeral das rádios de Setúbal foi em 1997" e que a "partir daí assiste-se à decadência".
* Via Rádio informa
Paulo Sérgio, subdirector de informação da Antena 1, que começou a carreira de jornalista na Rádio Azul, constatou um facto: "as rádios locais cumpram muito mal a verdadeira função para que foram criadas". Embora o alvo fossem as emissoras locais de Setúbal, a frase pode aplicar-se – com algumas excepções – à generalidade das emissoras locais portuguesas.
Paulo Pestana, jornalista da Rádio Voz de Setúbal O jornalista não teve dúvidas ao afirmar que "funeral das rádios de Setúbal foi em 1997" e que a "partir daí assiste-se à decadência".
* Via Rádio informa
terça-feira, 11 de dezembro de 2007
segunda-feira, 10 de dezembro de 2007
Rádio Clube aprende com a concorrência
Carlos Andrade, antigo director da TSF-Rádio Notícias, está a coordenar uma acção de formação profissional no Rádio Clube (RCP). «A acção de formação prolonga-se durante Janeiro do próximo ano e dirige-se a todos os profissionais "sem excepção" da rádio da MCR».
domingo, 9 de dezembro de 2007
As emissoras e as comissões de agência
Segundo a “Meios & Publicidade” (M&P), «os três principais grupos de rádio irão manter a comissão de agência no próximo ano nos 5%». Esta comissão, que era de 15% em 2006 e tem vindo a diminuir desde aí, estando hoje nos 5%, é o desconto que as emissoras fazem sobre os preços das suas tabelas de publicidade às agências de publicidade.
A publicidade ainda é o único meio de sobrevivência das estações de radiodifusão privadas. As emissoras radiofónicas do serviço público (RTP) beneficiam de uma taxa, que vem incluída na factura da electricidade. Todas as emissoras têm um departamento comercial cujos elementos se ocupam de apresentar o produto – a emissão – a potenciais anunciantes.
A título de curiosidade, a americana National Public Radio não tem publicidade paga por anunciantes, nem beneficia de taxas de rádio, pagas pelos contribuintes, apela ao mecenato - uma vez por ano são contactados possíveis investidores para que a rádio possa continuar “no ar”.
A comissão de agência é de 0% nos canais de televisão, desde 2006, e varia entre os 0% e os 15% na imprensa.
A publicidade ainda é o único meio de sobrevivência das estações de radiodifusão privadas. As emissoras radiofónicas do serviço público (RTP) beneficiam de uma taxa, que vem incluída na factura da electricidade. Todas as emissoras têm um departamento comercial cujos elementos se ocupam de apresentar o produto – a emissão – a potenciais anunciantes.
A título de curiosidade, a americana National Public Radio não tem publicidade paga por anunciantes, nem beneficia de taxas de rádio, pagas pelos contribuintes, apela ao mecenato - uma vez por ano são contactados possíveis investidores para que a rádio possa continuar “no ar”.
A comissão de agência é de 0% nos canais de televisão, desde 2006, e varia entre os 0% e os 15% na imprensa.
Curso de som e produção áudio II
Terminou o Curso Intensivo de Som e Produção Áudio, da D'Orfeu, em Águeda, mas vem aí uma segunda edição.
Curso de Locução e Realização na RUC
A Rádio Universidade de Coimbra (RUC) vai realizar mais um curso de rádio. «Até 15 de Dezembro, dirige-te ao 3º piso do Edifício AAC e inscreve-te no Curso de Locução e Realização dirigido a futuros locutores da Rádio Universidade de Coimbra. O horário de secretaria é 2as a 6as, 10:30/13 e 15:30/17. Se a tua área for outra, podes inscrever-te ainda no Curso de Informação ou no Curso de Técnica de Radiodifusão».
quarta-feira, 5 de dezembro de 2007
Dois podcasts interessantes
No sítio do Serviço de Música da Fundação Calouste Gulbenkian há dois podcasts muito interessantes: “Grande Auditório” e “Músicas no Plural”.
“Grande Auditório” é «um espaço dedicado aos intérpretes que nos visitam, bem como à música que lhe damos a ouvir ao longo da Temporada, contando com uma actualização semanal. Concebido e apresentado por Jorge Rodrigues, este espaço funcionará como um complemento auditivo às informações escritas que já pode encontrar no nosso site».
“Músicas no Plural” é «um percurso de escolhas investido em várias tipologias actuais da Música, as mais inovadoras e menos convencionais, um recenseamento do que não é de imediato visível e audível, neste século XXI em que se instituiu a nova Era do Digital».
“Grande Auditório” é «um espaço dedicado aos intérpretes que nos visitam, bem como à música que lhe damos a ouvir ao longo da Temporada, contando com uma actualização semanal. Concebido e apresentado por Jorge Rodrigues, este espaço funcionará como um complemento auditivo às informações escritas que já pode encontrar no nosso site».
“Músicas no Plural” é «um percurso de escolhas investido em várias tipologias actuais da Música, as mais inovadoras e menos convencionais, um recenseamento do que não é de imediato visível e audível, neste século XXI em que se instituiu a nova Era do Digital».
terça-feira, 4 de dezembro de 2007
Muita TDT e pouca rádio
São congressos (e hoje começa mais um), debates, etc., mas tudo sobre televisão digital terrestre (TDT). Debates sérios sobre a radiodifusão digital são poucos ou nenhuns. A Rádio não tem interesse?
quinta-feira, 29 de novembro de 2007
Extensão do CCT da radiodifusão
Foi publicada no passado dia 20 de Novembro a Portaria n.º 1492/2007, de 20 de Novembro, respeitante ao Contrato Colectivo de Trabalho (CCT) assinado entre a Associação Portuguesa de Radiodifusão (APR), o Sindicato dos Meios Audiovisuais (SMAV), o Sindicato dos Trabalhadores das Telecomunicações e Comunicação Audiovisual (STT) e o Sindicato Nacional dos Trabalhadores das Telecomunicações e Audiovisual (SINTTAV).
O CCT existente para os profissionais do sector aplica-se apenas ao território continental, abrangendo desta forma todas as rádios, associadas ou não da APR, e todos os trabalhadores, associados ou não nos sindicatos outorgantes do documento.
De fora deste CCT ficam as rádios das regiões autónomas dos Açores e da Madeira, uma vez que as competências quanto a esta matéria pertencem aos respectivos Governos Regionais.
A RDP — Radiodifusão Portuguesa, S. A. e a Rádio Renascença, Lda. têm regulamentação convencional própria, pelo que o CCT também não se aplica às relações de trabalho tituladas por estas empresas.
De fora deste CCT ficam as rádios das regiões autónomas dos Açores e da Madeira, uma vez que as competências quanto a esta matéria pertencem aos respectivos Governos Regionais.
A RDP — Radiodifusão Portuguesa, S. A. e a Rádio Renascença, Lda. têm regulamentação convencional própria, pelo que o CCT também não se aplica às relações de trabalho tituladas por estas empresas.
quarta-feira, 28 de novembro de 2007
terça-feira, 27 de novembro de 2007
Concurso de atribuição de alvará envolto em polémica
Três dos concorrentes ao alvará de radiodifusão sonora para uma frequência em Seia, estão a contestar a sua atribuição à RCI, de Viseu, que, alegadamente, estará a prestar serviços à Entidade Reguladora da Comunicação Social (ERC).
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