«aquela magia da música que vem do éter, é um hábito que se está extinguir (…) a rádio enquanto escuta caseira é um hábito que faliu e que nos fugiu, e não há maneira de voltar». António Sérgio in "Suplemento DN" de 08 de Julho de 2005

quinta-feira, 13 de setembro de 2007

Para escutar

Na próxima segunda-feira, 17 de Setembro, retorna à antena da TSF, a partir das 14 horas, o programa "Mais Cedo ou Mais Tarde". Neste programa vai ser focada a Rádio Bakhita, uma emissora da região de Juba, no Sul do Sudão, e cujo director de informação é o missionário português Padre José da Silva Vieira.
No programa serão focadas as dificuldades sentidas por uma estação de rádio numa terra flagelada por uma guerra civil e onde tudo falta.

quarta-feira, 12 de setembro de 2007

Técnico de rádio homenageado em Angola

Artur Arriscado faz parte dos nomes da história da rádio portuguesa, já que começou a trabalhar em 1963, na Rádio Clube do Moxico, situada na província do Moxico, em Angola - território, na altura, sob administração portuguesa.

Internet com mais receitas publicitárias que a rádio

A notícia é veiculada pelo semanário "Sol", baseando-se num estudo do eMarketer. No entanto, «o facto está relacionado com a subida nos anúncios on-line e não com a descida da publicidade na rádio».

terça-feira, 11 de setembro de 2007

Os dinheiros da Rádio e Televisão de Portugal

Segundo o “Diário de Notícias”, «cada português pagou, em média, 434 euros por ano para a RTP». A questão é esta: com esta verba não seria de termos um melhor serviço público de radiodifusão? Os ordenados da RTP e RDP são bem superiores aos de qualquer emissora privada e os equipamentos técnicos também, mas nem sempre o serviço prestado é superior ao das estações privadas.
Num país onde muitos portugueses auferem o ordenado mínimo (pouco mais de 400 euros), onde o governo propaga que é necessário diminuir a dívida pública, etc., paga-se verbas absurdas para um serviço que muitas vezes é prestado por estações privadas.
Corr. 12/09 - O “Diário de Notícias” corrigiu a notícia. Afinal são 43 euros por ano, que cada português paga, em média, para o serviço público de radiodifusão.

segunda-feira, 10 de setembro de 2007

Blog do Azinhas

O jornalista Nuno Azinheira, do Diário de Notícias, criou o "Blog do Azinhas", onde «se falará de tudo. Haja tempo e vontade». O texto de hoje é construído em torno de uma figura da rádio e da televisão: Carlos Cruz.
O texto termina com uma série de questões, que são pertinentes e deviam ser motivo de reflexão por parte da sociedade portuguesa: «E se, no final deste julgamento, a Justiça portuguesa não conseguir dar por provado o seu envolvimento no crime de pedofilia? Que Estado de Direito é este, que jornalismo fazemos nós, que País estamos a construir? Onde fica a vida de uma pessoa interrompida há cinco anos no auge da sua carreira? Que crime é este? Tem retorno? Tem desculpa?»

Nova grelha do RCP arranca hoje

O Rádio Clube (RCP) arranca hoje com a nova grelha de programas. A meta é conquistar 100 mil novos ouvintes e ter 220 mil em Setembro de 2008. Segundo Luís Osório, director do RCP, se esta meta não for concretizada será «um enorme fracasso».
Uma coisa é certa, com o anúncio da nova grelha, o RCP conseguiu que os grandes jornais lhe dedicassem grandes espaços nas suas páginas.

quinta-feira, 6 de setembro de 2007

5.º SOPCOM


Para quem não pode assistir na Universidade do Minho ao 5º Congresso da Associação Portuguesa de Ciências da Comunicação (SOPCOM), pode pode acompanhar o evento através da Internet, já que as sessões plenárias do 5º SOPCOM estão a ser transmitidas em directo.
Também foi criado um blogue para acompanhar o que se vai passando em volta do congresso.

Brasil: uma rádio dirigida a um público especial

É uma emissora dirigida às... prostitutas. A Rádio Zona - cuja sede é em Salvador - só emite pela internet, já que aguarda alvará para transmissão hertziana. Esta é a primeira estação a oferecer programação sobre saúde, cultura, direitos humanos e cidadania especialmente dirigido aquele segmento da população.

quarta-feira, 5 de setembro de 2007

Um LAD com recepção DAB

O Cowon iAudio D1 é o primeiro Leitor de Áudio Digital (LAD) a incorporar um receptor Digital Audio Broadcast (DAB) e tem a particularidade de caber num bolso. Até aqui só era possível escutar as emissoras DAB em sintonizadores de mesa ou em auto-rádios, existindo poucos modelos portáteis, mas nenhum de tamanho suficientemente reduzido para ser transportado numa algibeira.
Este receptor está à venda no Reino Unido e custa £ 189,90 (mais ou menos € 250,00). Ou seja, muito caro para o consumidor médio português. De referir que o DAB apenas é popular no Reino Unido, enquanto que no resto da Europa (e não só) tem uma expressão residual, sendo inexistente em muitos países.

domingo, 2 de setembro de 2007

Para terminar o Verão em grande

Aí está mais uma festa do blogue “Queridos anos oitenta”. No próximo Sábado, 8 de Setembro, no Clube Mau Mau (Porto), a noite é para recordar sons da década de 1980.


Act. 8 de Agosto, 17h30 - A festa prevista para hoje, sábado (08/09), foi cancelada por motivos que se prendem com os recentes desenvolvimentos relativos à fiscalização de espaços de diversão nocturna levada a cabo pela ASAE no Porto. Não se trata de assumir qualquer situação menos correcta tanto da parte da organização como do Club Mau Mau, mas, nesta altura, preferimos jogar pelo seguro. O Queridos Anos 80 pede desculpas a todos aqueles a quem esta decisão causa, naturalmente, incómodo.

quinta-feira, 30 de agosto de 2007

Uma via alternativa de receitas

Até há pouco tempo a única fonte de receitas das emissoras era a publicidade. Algumas estações criavam compilações de música em CD ou faziam espectáculos com artistas conhecidos, mas as receitas geradas por estas acções eram residuais.
Com o crescimento da música em formatos comprimidos (mp3, wma, etc.) há uma nova fonte de receita: a venda de música online. E aqui está um exemplo: a Rádio Maior FM. Esta estação disponibiliza no seu sítio êxitos musicais que podem ser descarregados através do iTunes.
Para que a rádio sobreviva nas próximas décadas há que arranjar alternativas às receitas publicitárias geradas pelo aluguer de espaço em antena. Esta é uma delas.

terça-feira, 28 de agosto de 2007

Quando falha a energia

A Rádio Santiago, de Guimarães, esteve sem emissão durante 17 horas, devido a um corte na rede eléctrica, por causa do mau tempo.
A emissora ficou em silêncio, mas aquando do concurso para o licenciamento das rádios locais, em 1988, era obrigatória a inclusão de um gerador eléctrico, precisamente para evitar situações destas.
Hoje em dia, existem sistemas acumuladores de energia (UPS) que permitem uma grande autonomia evitam o silenciamento das estações de radiodifusão.

domingo, 26 de agosto de 2007

Cinco anos de “História da Rádio em Portugal”

Foi a 26 de Agosto de 2002 que dei início ao sítio “História da Rádio em Portugal”. Primeiro uma simples página, com datas relevantes da história da rádio e depois, aos poucos, a informação foi aumentando. No entanto, ainda há muito para fazer e investigar sobre a história da rádio portuguesa.

sábado, 25 de agosto de 2007

A rádio é (mesmo) para todos

Com a proliferação da Internet, Leitores de Áudio Digital, televisão por cabo, música nos telemóveis vendida pelos operadores, etc. - tudo serviços que custam dinheiro – seria fácil chegar-se à conclusão que a rádio – onde o entretenimento e a informação são gratuitos - é um meio que só tem audiências entre as camadas da população com menores recursos económicos. Se alguém tirar esta conclusão, está errado.
O “Bareme Rádio”, da Marktest, mostra que «os quadros médios e superiores são os «targets» que revelam maior afinidade com o meio rádio.Esta é uma das principais conclusões do estudo «Barame Rádio» da Marktest.
Entre os quadros médios e superiores, a audiência acumulada de rádio atinge os 72,5%, mais 31% do que o valor médio.
Os jovens entre os 25 e os 34 anos são os segundos a apresentar maior afinidade com o meio, consumindo mais 30% do que a média, em que mais de 70% revela que tem o hábito de ouvir rádio
».
A rádio ainda é o medium mais universal de todos os media, pois chega a todo o lado e a todos – basta ter um receptor radiofónico, que pode ser adquirido por um euro ou menos.

sexta-feira, 24 de agosto de 2007

Quando a televisão não tem ideias procura na rádio

O programa da emissora M80 (em Espanha) No somos nadie foi adaptado ao formato televisivo, e teve um sucesso tão grande que o canal de televisão Cuatro o transformou num programa diário. Agora, a Cuatro quer repetir a receita e adaptar o Anda ya! de los 40 Principales.
São muitos os programas de rádio que foram adaptados ao formato televisivo. Uns são um sucesso outros são um total fracasso. Isto deve-se, principalmente, ao facto de a rádio e a televisão serem meios com características diferentes: a rádio depende apenas de um sentido – a audição – o que permite a acumulação (por exemplo, ler ou conduzir e ouvir rádio). A televisão está dependente da visão e da audição e, por causa disto, requer uma atenção total por parte do espectador. Dadas as características diferentes destes dois meios tem de existir sempre uma adaptação de um formato para o outro.
Um exemplo das diferentes características da rádio e da televisão, e das adaptações necessárias, foi a reportagem "Balcãs fantasmas à solta" transmitido ontem pela Antena 1 e pela RTP 1. Segundo o autor, o jornalista Ricardo Alexandre, «O material recolhido foi basicamente o mesmo, mas (…) são linguagens diferentes. No fundo, foi tirar o áudio, registado pela câmara, para um gravador digital de rádio. Depois, passar para os computadores e para os sistemas de tratamento de som. Há pontos comuns porque a televisão, apesar das imagens, também vive de ambientes e imagens a seco não interessam».

quarta-feira, 8 de agosto de 2007

terça-feira, 7 de agosto de 2007

Para a história da rádio portuguesa - II

O blogue “Rádio Mocidade” relata a história da emissora que estava instalada em Moçambique. O autor, Joaquim Nogueira, foi seu fundador e director, pelo que ninguém melhor do que ele para contar a história da Rádio Mocidade.
A ligação permanente fica na coluna do lado.

Para a história da rádio portuguesa - I

Aqui está uma reportagem interessante, num tempo em que as rádios locais em Frequência Modulada (ainda fora da Lei) estavam a dar os primeiros passos.

Via Rádio Informa

quinta-feira, 2 de agosto de 2007

A outra rádio

As estações emissoras de radiodifusão sonora, vulgo rádios, são um produto do século XX. A radiodifusão (em inglês broadcasting * ) só foi consolidada na década de 1920, embora desde 1906 que as experiências com emissões electromagnéticas, com música e voz, denotavam rudimentares programas de entretenimento e deixavam antever o que viria ser a radiodifusão nas décadas seguintes.
Em Portugal, a primeira emissão que pode ser considerada um programa de rádio foi efectuada em 1914, por Fernando Cardelho de Medeiros – um radioamador. E foram os radioamadores os percursores da radiodifusão. Aliás, a Rede de Emissores Portugueses – REP – é uma das mais antigas associações do mundo nesta área, existindo desde 1926.
Até à década de 1930, era possível a um radioamador transmitir programas de entretenimento, o que justifica as dezenas de pequenas estações existentes em Portugal até 1939, altura em que, por causa da II Guerra Mundial, todos os postos amadores foram obrigados a suspender a sua actividade e as estações de radiodifusão tiveram de se concentrar em postos únicos, só retornando a funcionar autonomamente algum tempo depois do final da guerra.
Hoje com a crise instalada na radiodifusão, será que o futuro da própria rádio reside nas suas origens?

* Jostein Gripsrud, professor no Department of media studies, University of Bergen, Norway, escreve que «o uso original da palavra correspondente na língua inglesa - broadcasting - era como termo agrícola, para descrever o acto de semear ou espalhar as sementes numa vasta área, à mão, em círculos largos. Esta imagem da distribuição de forma generalizada e eficiente a partir de um ponto central, até à distância que o alcance permite, também está presente no significado tecnológico do termo como método de distribuição para a rádio (…)».HARTLEY, John (2002). Comunicação, Estudos Culturais e Media. Conceitos-chave. Lisboa: Quimera Editores, Lda. 1.ª edição portuguesa: 2004, a partir da 3.ª edição inglesa com material suplementar da autoria de Martin Montgomery, Elinor Rennie e Marc Brennan.

quarta-feira, 1 de agosto de 2007

“Omeletes sem ovos”

A Associação portuguesa de Radiodifusão (APR) – que representa uma grande parte das emissoras portuguesas, com excepção da RDP e da RR – e os sindicatos do sector, acordaram a tabela salarial para este ano e que vigora desde o início de Julho. Segundo a nova tabela, o valor mínimo é € 400,24 e o máximo é € 1240,74. De referir que o valor mínimo está abaixo do Salário Mínimo Nacional, que é de € 403,00.
Num texto do ano passado, sobre este mesmo assunto, pode ler-se que «alguns factores contribuem para que a rádio não tenha um nível elevado e um deles é o grau de especialização de quem nelas trabalha. Outro é a fraca retribuição que os trabalhadores das emissoras portuguesas auferem». Há uma relação entre estes factores.
Este é, infelizmente, um espelho do país. O que se passa na rádio, passa-se em outro sectores. E não adianta o governo apresentar figuras públicas em anúncios de televisão onde se diz que “este é o fulano de tal que não acabou os estudos”, quando se pode contrapor com dezenas (centenas?) de jovens que trabalham em lojas, hipermercados, etc. cuja actividade nada tem a ver com a área em que se licenciaram (a maioria na área da comunicação). Claro que, se calhar, até auferem um salário maior a trabalhar no comércio do que a trabalhar em rádio.
Os salários dos trabalhadores da RDP não estão a este nível. E ainda bem. Mas se a função pública é referência para o salário da actividade privada, também não deveriam os salários dos funcionários da RDP (pagos pelo povo) a referência para a tabela salarial do meio?

domingo, 29 de julho de 2007

Mais uma promessa da RCP

Luís Osório, director da Rádio Clube (RCP), em declarações ao jornal Correio da Manhã, afirmou: «Comprometo-me a ganhar 100 mil ouvintes todos os anos». Ou seja atingir, em 2008, os 2,4% de Audiência Acumulada de Véspera. Depois da promessa (nunca cumprida) dos 20 a 25 convidados da RCP, sempre quero ver se consegue cumprir esta, que é muito mais complicada de concretizar.
É certo que as manhãs da RCP são dinâmicas e diferentes das outras estações com que concorre directamente (TSF, A1, RR), mas o resto do dia não. No entanto, o primeiro passo para a RCP atingir os objectivos propostos é uma nova grelha de programas, já a partir de 10 de Setembro.

quinta-feira, 26 de julho de 2007

Produção radiofónica

Colocaram-me, via e-mail, o desafio de tratar assuntos relacionados com a produção radiofónica, porque a literatura existente em português é escassa e difícil de encontrar, já que são edições antigas. Na verdade, só conheço dois livros de autores portugueses que abordam o assunto: “Rádio: produção realização estética”, de Fernando Curado Ribeiro (1964) e “Telefonia”, de Matos Maia (1995). Duas obras de autores já desaparecidos. Há, ainda, o livro “Produção de Rádio: um guia abrangente de produção radiofónica”, do inglês Robert McLeish (2001), traduzido para português do Brasil.
Dado que esta é a minha área de actuação, e sendo, também, formador na área do áudio e da produção radiofónica, irei colocar aqui alguns textos sobre equipamentos radiofónicos, som, áudio (analógico e digital) e a sua manipulação em radiodifusão.

quarta-feira, 25 de julho de 2007

Censura? Não, Obrigado.

«Se tivesse que decidir se devíamos ter um governo sem jornais ou jornais sem um governo, não hesitaria um momento em preferir a segunda hipótese». Dado que estas palavras foram proferidas por Thomas Jefferson, em 1787, apenas os jornais – o único meio de comunicação social, na altura – foram referidos. Hoje, a palavra "jornais" seria substituída por "media" (Rádio, Televisão, Internet, etc.).
A sentença, ditada há mais de dois séculos, deve ser, hoje, alvo de reflexão por parte da classe politica portuguesa. Principalmente pelo actual governo. Os media têm o dever de informar e, como tal, tornam-se numa espécie de vigilantes das acções dos politicos. É certo e sabido que, por muito que neguem, os governantes não gostam do papel que as rádios, as televisões, os jornais, etc. desempenham, já que estão sob o olhar atento dos jornalistas, que lhes apontam os erros e abusos.
Durante o Estado Novo, a forma encontrada para manter os media sob controlo foi a censura – o tristemente famoso “lápis azul”. Já há poucos jornalistas no activo que tiveram o "prazer" de contornar o censor (cujo desempenho, mais ou menos rigoroso de funções, dependia da sua disposição), mas os jornalistas mais novos arriscam-se, após mais de 30 anos de plena liberdade de imprensa em Portugal, a ter que se reger novas regras, limitativas do desempenho da profissão, impostas pelo governo. Embora os políticos lhe dêem outro nome – Novo Estatuto do Jornalista – esta não é mais do que uma tentativa de limitar a liberdade de imprensa. Porque é que os políticos no governo querem um novo estatuto para os jornalistas? Se nada há a esconder, nada há a temer. Contra este estatuto está um grupo de jornalistas, que criaram o Movimento Informação é Liberdade e que conta com centenas de subscritores.
Para uma melhor compreensão do que está em causa, recomendo uma leitura do texto de Joaquim Fidalgo "Novo Estatuto do Jornalista: um consenso difícil".
Termino como comecei, com uma máxima: George Orwell disse um dia «Se a liberdade significa alguma coisa, será sobretudo o direito de dizer às outras pessoas o que elas não querem ouvir.».

segunda-feira, 23 de julho de 2007

ERC vai fiscalizar as quotas de música na rádio

A partir de Novembro, a Lei da Rádio tem de estar totalmente aplicada, pelo que as emissoras radiofónicas terão de ter uma percentagem mínima de 25% a 40% de música portuguesa.
A Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC) vai fiscalizar o cumprimento da Lei, com recurso a um software próprio, que contabilizará as músicas transmitidas com base em relatórios diários disponibilizados pelos operadores de radiodifusão sonora.
A Lei prevê que as emissoras de informação tenham uma quota de música portuguesa menor e as estações de serviço público tenham sejam obrigadas a passar 60% de música portuguesa.

domingo, 22 de julho de 2007

"Bamos lá cambada"...

...a mais uma festa do "Queridos Anos Oitenta", desta vez no Clube Mau Mau, no sábado, dia 28 de Julho.
Desta vez o "bailarico" não é numa discoteca iconográfica da noite tripeira da década de 1980, como era o Swing (que se desfez em fumo, literalmente), mas o que importa é o convívio.