«Se isto é assim, é lamentável!
Nas Cartas ao Director do Público de hoje:"Quando uma das principais estações de rádio passa de forma ostensiva um sonoro e boçal arroto (de Cameron Diaz, apressava-se o locutor a dizer em tom divertido), de que nos vale conversar com os alunos sobre a forma como se devem comportar nas salas de aula (...)?"
PS - será para aumentar as audiências ou é estupidez mesmo?»
quinta-feira, 17 de novembro de 2005
quarta-feira, 16 de novembro de 2005
A Foxx FM
Tenho escutado, esporadicamente, a "Foxx FM - a nova estação da Media Capital - que, no Porto, ocupa a antiga frequência da Cidade FM (107.2 MHz). Nesta sintonia ouve-se uma mistura de músicas dos anos 70/80/90 do século passado - dentro dos géneros Soul, Funk e Hip-Hop - separadas por slogans da estação.
A Paula Cordeiro já se referiu a esta emissora no seu blogue e estou de acordo com ela: «A rádio “foxx fundo musical” é perfeita para ouvir na sala de espera do médico ou do cabeleireiro, por pessoas com mais de quarenta anos(...)» Ou seja, até agora, a Foxx FM não trouxe nada de novo.
A Paula Cordeiro já se referiu a esta emissora no seu blogue e estou de acordo com ela: «A rádio “foxx fundo musical” é perfeita para ouvir na sala de espera do médico ou do cabeleireiro, por pessoas com mais de quarenta anos(...)» Ou seja, até agora, a Foxx FM não trouxe nada de novo.
No Fórum da Maia
Amanhã, às 10 horas, durante o seminário “Geração W”, Paulo Arbiol - animador da Rádio Nova - falará da rádio que temos e do futuro do meio.
terça-feira, 15 de novembro de 2005
“Impressões da Rádio” no Centro Cultural da Nazaré
De 19 de Novembro a 8 de Janeiro próximo, o Centro Cultural da Nazaré vai expor artigos que fazem parte da colecção do Museu da Rádio, no âmbito da exposição “Impressões da Rádio”. Fotografias, equipamentos de gravação áudio, microfones, receptores e outros aparelhos que fazem parte da história da nossa rádio, vão fazer parte desta exposição.
Estão de parabéns a Câmara Municipal da Nazaré e o Museu da Rádio por esta iniciativa, que deve ser seguida por outras autarquias.
Estão de parabéns a Câmara Municipal da Nazaré e o Museu da Rádio por esta iniciativa, que deve ser seguida por outras autarquias.
domingo, 13 de novembro de 2005
Lembram-se da música do Rui Veloso?
Quase vinte anos depois de Rui Veloso ter gravado "Negro do Rádio de Pilhas" (o tal que curte mais em Onda Média"), ainda há certas partes do mundo em que a rádio é a grande companhia. Embora com sacrifício...
sexta-feira, 11 de novembro de 2005
No DN: Entrevista ao Director de Informação da RDP
O jornal “Diário de Notícias” continua o ciclo de entrevistas com responsáveis de rádios nacionais. Hoje foi a vez de João Barreiros - director de informação da RDP. Esta é uma daquelas entrevistas que merecem ser lidas.
quarta-feira, 9 de novembro de 2005
Prisa quer uma rádio de informação
A Prisa quer, através da Media Capital Rádios (MCR), criar uma nova rádio de notícias em Portugal. Mas ainda há pouco tempo Pedro Tojal, administrador da MCR, não estava muito receptivo a esta ideia.
segunda-feira, 7 de novembro de 2005
“Pessoal e Transmissível” n.º 500
Alguns programas vão resistindo ao tempo e às alterações das grelhas de programação. O “Pessoal e Transmissível”, da TSF, é um deles, pois chegou hoje à emissão número 500.
Conduzido por Carlos Vaz Marques, o programa é composto por conversas com variadas personalidades, algumas das quais foram passadas a livro.
Online estão os programas emitidos desde 1 de Abril de 2002.
Parabéns ao Carlos Vaz Marques e venham mais 500.
Conduzido por Carlos Vaz Marques, o programa é composto por conversas com variadas personalidades, algumas das quais foram passadas a livro.
Online estão os programas emitidos desde 1 de Abril de 2002.
Parabéns ao Carlos Vaz Marques e venham mais 500.
domingo, 6 de novembro de 2005
Novas leis para os Media
Segundo o ministro Augusto Santos Silva, «Nos primeiros meses do próximo ano, a Assembleia da República poderá discutir uma lei que regule a disposição constitucional que estabelece limites à propriedade dos meios de comunicação social».
Não consegui entender se a nova Lei iria limitar ou liberalizar a concentração dos media, mas uma coisa defendo: cada concelho deste país deve de ter, pelo menos, uma rádio local que trabalhe para a população que serve, executando um serviço radiofónico de proximidade,independentemente do número de rádios nacionais que existam.
Há concelhos em que a única frequência destinada a uma rádio local retransmite a emissão de uma estação sediada em Lisboa. Os 105.80 Mhz de Valongo são um exemplo. Nesta sintonia deveria de se escutar a Rádio Continental, mas o que se ouve é a Best Rock. Um concelho vizinho de Valongo - Gondomar - é um caso ainda pior: tem duas frequências e ambas estão a transmitir estações de Lisboa. Mas há mais exemplos por esse país fora.
Sempre defendi que se existem frequências livres elas devem ser entregues a quem as queira explorar, desde que os interesses das populações locais sejam salvaguardados, tendo de co-existir, com as rádios nacionais, estações de radiodifusão que trabalhem para as localidades em que estão inseridos, fazendo, no fundo, o que se poderia chamar de serviço público local de rádio. Afirma-se que o mercado publicitário está curto, mas eu não ouço anúncios do “café da esquina” nas rádios nacionais. Nem tal faria sentido.
Regulamentar é necessário, mas também é preciso uma fiscalização que faça o seu trabalho como deve de ser, pois mesmo com a actual legislação existem muitos atropelos à Lei.
Não consegui entender se a nova Lei iria limitar ou liberalizar a concentração dos media, mas uma coisa defendo: cada concelho deste país deve de ter, pelo menos, uma rádio local que trabalhe para a população que serve, executando um serviço radiofónico de proximidade,independentemente do número de rádios nacionais que existam.
Há concelhos em que a única frequência destinada a uma rádio local retransmite a emissão de uma estação sediada em Lisboa. Os 105.80 Mhz de Valongo são um exemplo. Nesta sintonia deveria de se escutar a Rádio Continental, mas o que se ouve é a Best Rock. Um concelho vizinho de Valongo - Gondomar - é um caso ainda pior: tem duas frequências e ambas estão a transmitir estações de Lisboa. Mas há mais exemplos por esse país fora.
Sempre defendi que se existem frequências livres elas devem ser entregues a quem as queira explorar, desde que os interesses das populações locais sejam salvaguardados, tendo de co-existir, com as rádios nacionais, estações de radiodifusão que trabalhem para as localidades em que estão inseridos, fazendo, no fundo, o que se poderia chamar de serviço público local de rádio. Afirma-se que o mercado publicitário está curto, mas eu não ouço anúncios do “café da esquina” nas rádios nacionais. Nem tal faria sentido.
Regulamentar é necessário, mas também é preciso uma fiscalização que faça o seu trabalho como deve de ser, pois mesmo com a actual legislação existem muitos atropelos à Lei.
Três anos de “A Minha Rádio”
Há três anos, António Silva criou o sítio “A Minha Rádio”, local onde partilha histórias e recordações de um meio que paixões.
Parabéns António e muito obrigado pelo trabalho realizado.
Parabéns António e muito obrigado pelo trabalho realizado.
sexta-feira, 4 de novembro de 2005
Rádio Renascença na hora de mudança
A RR mudou a sua grelha de programas numa tentativa de recuperar ouvintes. A principal alteração diz respeitos aos relatos desportivos, pois a estação católica passa a transmitir apenas os relatos do Porto, do Sporting e do Benfica, tal como a TSF começou a fazer há uns anos atrás.
Vale a pena ler o texto de João Paulo Meneses, e os comentários, no Blogouve-se, sobre este assunto.
Vale a pena ler o texto de João Paulo Meneses, e os comentários, no Blogouve-se, sobre este assunto.
Rádio Comercial tem novo director
Pedro Ribeiro – até aqui, animador das manhãs da Rádio Clube Português - assume a partir do início da próxima semana o cargo de director de programas da Rádio Comercial. Segundo a "Meios & Publicidade", Pedro Ribeiro assumirá, também, a condução do programa da manhã da Comercial.
Nuno Gonçalves que até acumulava os cargos de director da Rádio Comercial e da Cidade FM, passa a assumir apenas a direcção desta última emissora.
Nuno Gonçalves que até acumulava os cargos de director da Rádio Comercial e da Cidade FM, passa a assumir apenas a direcção desta última emissora.
José Fragoso no DN
O “Diário de Notícias” continua com o ciclo de entrevistas aos responsáveis pelas rádios nacionais. Desta vez foi José Fragoso, director da TSF-Rádio Notícias, o entrevistado.
Nestas entrevistas aos responsáveis pelas emissoras portuguesas, há um ponto comum: ninguém se mostrou favorável às quotas de música portuguesa na rádio.
Nestas entrevistas aos responsáveis pelas emissoras portuguesas, há um ponto comum: ninguém se mostrou favorável às quotas de música portuguesa na rádio.
quarta-feira, 2 de novembro de 2005
Prisma.com: uma nova revista online*
Prisma.com é uma publicação on-line dedicada às ciências da informação e da comunicação. Esta nova revista electrónica é editada pelo Cetac - Centro de Estudos das Tecnologias, Artes e Ciências da Comunicação da Universidade do Porto.
Neste primeiro número destaque para o artigo de Xosé Soengas, El discurso radiofónico. Particularidades de la narración sonora.
*Via JornalismoPortoRádio
Neste primeiro número destaque para o artigo de Xosé Soengas, El discurso radiofónico. Particularidades de la narración sonora.
*Via JornalismoPortoRádio
Revista QSP: 25 anos a “falar” de rádio
A QSP – Revista de Rádio e Comunicações faz, com o número 293 (Novembro de 2005), um quarto de século de publicação ininterrupta.
A QSP é a única revista que, embora mais vocacionada para o radioamadorismo, traz todos os meses artigos sobre a história da rádio.
A QSP é a única revista que, embora mais vocacionada para o radioamadorismo, traz todos os meses artigos sobre a história da rádio.
Livro AS VOZES DA RÁDIO, 1924-1939 é apresentado hoje, em Lisboa, por Adelino Gomes
O livro de Rogério Santos, AS VOZES DA RÁDIO, 1924-1939, é apresentado hoje pelo jornalista Adelino Gomes, na Fnac do Chiado, em Lisboa, às 18.30.
Sobre a obra e o autor o “Diário de Notícias” tem dois artigos: 'Vozes' relembram história da rádio e Das primeiras emissões à Segunda Guerra.
Sobre a obra e o autor o “Diário de Notícias” tem dois artigos: 'Vozes' relembram história da rádio e Das primeiras emissões à Segunda Guerra.
Porque a rádio também une os povos e deve ser solidária
Proximidade e mão amiga. "Proximizade", feita do entusiasmo voluntário de quem quer ajudar a combater a apatia, a dispersão e a insensibilidade que nos ameaça se continuarmos indiferentes ao que se sabe e ao que se vê. Aqui, já está a acontecer.
HÁ
Pessoas que precisam, invisíveis. E pessoas que têm muito para dar, quando não desperdiçam. Tempo, motivação, consciência. E dinheiro, também.
Entre este binómio, uma via de comunicação. A blogosfera, internet no seu melhor quando o que se escreve e o que se lê tendem a conjugar-se no verbo aproximar.
Dois mundos nos antípodas, um vítima dos excessos e outro à míngua das suas migalhas. Gente com fome, crianças, que sobrevivem apenas para ganharem forças para fugir à miséria. Rumo ao lado de cá, que os recusa.
A caridade já não basta e é necessária intervenção. Amizade em estado puro, reunida por gente que bloga em torno de um objectivo comum: fomentar a generosidade como uma urgência e canalizá-la para as melhores mãos (as mais necessitadas).
Proximidade e mão amiga. Proximizade, feita do entusiasmo voluntário de quem quer ajudar a combater a apatia, a dispersão e a insensibilidade que nos ameaça se continuarmos indiferentes ao que sabe e ao que se vê. E ao que se deixa por sentir.
Nós sentimos assim. E acreditamos numa sociedade que quer sentir da mesma forma e intervir sem demora.
Aqui, já está a acontecer.
terça-feira, 1 de novembro de 2005
Duas memórias da rádio
O blogue Indústrias Culturais traz dois textos que evocam a memória da rádio portuguesa. Um apresenta uma fotografia de uma reportagem feita em 1935, durante a "6.ª Volta a Portugal em Bicicleta". O outro é sobre o receptor adquirido pelo Jornal "O Século", em 1925, e que servia para «a recepção do serviço de imprensa transmitida pelas principais rádios da Europa e da América».
Muito democrático...
Fiquei curioso quando hoje li no "Diário de Notícias" que «Rui Rio só vai conceder entrevistas por escrito». Esta frase leva qualquer um a pensar que a Rádio – que é som – está excluída das conferências de imprensa do presidente da Câmara Municipal do Porto. Os jornais podem publicar a entrevista, a Televisão pode mostrar o papel onde a entrevista foi escrita (que para ser credível terá de ter a assinatura do Dr. Rui Rio), mas a rádio não pode fazer nada disto. Terá de ser um jornalista a ler as declarações do presidente da C.M. do Porto.
Rui Rio afirmou ontem, em conferência de imprensa nos paços do concelho, que «a democracia só é possível com uma informação livre e independente, não vivemos em democracia se houver censura ou se a informação não respeitar o rigor e a verdade», mas acrescentou que só concede «entrevistas por escrito, mediante critérios de oportunidade, com regras previamente definidas (...)».
Sobre o som retiro um excerto do livro Tudo o que se passa na TSF ..."para um livro de estilo", de João Paulo Meneses (pag. 83): «Um som (apenas) credibiliza quando, mais do que trazer elementos novos para o ouvinte, vai para o ar para que não fique qualquer dúvida sobre se determinada situação aconteceu(...)».
Claro que o principal problema aqui não é o som para a rádio ou a imagem para a televisão, mas sim o que Rui Rio entende por «informação livre e independente». Além do “DN”, os jornais “Público” e “JN” também trazem textos sobre este assunto.
Rui Rio afirmou ontem, em conferência de imprensa nos paços do concelho, que «a democracia só é possível com uma informação livre e independente, não vivemos em democracia se houver censura ou se a informação não respeitar o rigor e a verdade», mas acrescentou que só concede «entrevistas por escrito, mediante critérios de oportunidade, com regras previamente definidas (...)».
Sobre o som retiro um excerto do livro Tudo o que se passa na TSF ..."para um livro de estilo", de João Paulo Meneses (pag. 83): «Um som (apenas) credibiliza quando, mais do que trazer elementos novos para o ouvinte, vai para o ar para que não fique qualquer dúvida sobre se determinada situação aconteceu(...)».
Claro que o principal problema aqui não é o som para a rádio ou a imagem para a televisão, mas sim o que Rui Rio entende por «informação livre e independente». Além do “DN”, os jornais “Público” e “JN” também trazem textos sobre este assunto.
As audiências dos “pequenos”
O “Diário de Notícias” traz um texto sobre as audiências das rádios locais. É bem interessante.
A ler no Blogouve-se
João Paulo Meneses fala, no Blogouve-se, da Antena 3 e do serviço público de rádio: «(...) não faz sentido a RDP ter no seu conjunto de rádios uma estação que é globalmente igual a outras (privadas). O facto de ter um grande desafogo financeiro e não precisar de publicidade acaba por se constituir como concorrência desleal *.Mas já que existe, que seja uma rádio que preserva a música e a cultura portuguesa. A Antena 3 faz isso? A Antena 3 tenta fazer isso, mas fica muito longe».
domingo, 30 de outubro de 2005
Uma análise de Rogério Santos ao livro de Dina Cristo
No texto de hoje, do blogue Indústrias Culturais, Rogério Santos comenta o livro A rádio em Portugal e o declínio do regime de Salazar e Caetano (1958-1974) de Dina Cristo.
MTV EMA 2005 na Antena 3
O MTV Europe Music Awards 2005 é provavelmente o evento musical mais importante do ano em Portugal e vai ser acompanhado exaustivamente pela Antena 3. Para já, todas as curiosidades relacionadas com o evento podem ser acompanhadas no blogue http://www.antena3mtv.blogspot.com/, criado de propósito para o acontecimento.
A Antena 3 é a rádio oficial e a emissão das 10h00 às 24h00 será dedicada exclusivamente à cerimónia e a tudo o que com ela esteja relacionado.
A Antena 3 é a rádio oficial e a emissão das 10h00 às 24h00 será dedicada exclusivamente à cerimónia e a tudo o que com ela esteja relacionado.
quinta-feira, 27 de outubro de 2005
Rui Pêgo no DN
O “Diário de Notícias” trouxe, ontem, outra entrevista a uma figura da rádio portuguesa. Desta vez coube a Rui Pêgo, director de programas da RDP, dizer de sua justiça: «Queremos continuar o caminho trilhado, afirmando uma componente nacional, que se caracteriza, por exemplo, pela difusão da música portuguesa, independentemente das leis e das quotas. Além disso, temos de ser um ponto de encontro entre África, Portugal e Brasil. No entanto, não podemos ser uma rádio provinciana, que só passe português. Somos um país europeu e a RDP tem de ser uma rádio da Europa atenta aos mercados, e investir na modernidade dos novos sons, um papel que cabe à Antena 3».
A propósito da entrevista do DN, João Paulo Meneses escreveu sobre a Antena 1, e Paula Cordeiro sobre a Antena 3.
A propósito da entrevista do DN, João Paulo Meneses escreveu sobre a Antena 1, e Paula Cordeiro sobre a Antena 3.
Pode ser uma grande coincidência…
… Mas já é a terceira vez que sintonizo a Rádio Comercial e de seguida a RFM e a música que toca nas duas estações é a mesma, apenas está desfasada uns segundos.
quarta-feira, 26 de outubro de 2005
Bareme Rádio 3.º trimestre 2005
De acordo com o relatório "Bareme rádio" da Marktest, para o terceiro trimestre de 2005, os meses de Verão provocam, como sempre, uma quebra de audiências na rádio. O grupo Renascença (RFM, RR e Mega FM) continua a liderar a escuta de rádio em Portugal.
A RFM continua a ser a emissora mais escutada em Portugal com 13,1% de Audiência Acumulada de Véspera (AAV)*, sendo uma das poucas que reforçou a sua audiência durante o trimestre anterior. A Renascença continua a perder ouvintes, mas, ainda assim, continua a ser a segunda estação mais escutada em Portugal com 9,4% de AAV. A terceira estação do grupo Renascença, a Mega FM, conseguiu 1,4%.
A Antena 1, do grupo Rádio e Televisão de Portugal, teve 5,1% de AAV e a Antena 3 conseguiu 3,7%. A TSF - Rádio Notícias teve 5% de AAV.
Em relação às estações da Media Capital, a Rádio Comercial é a emissora mais escutada do grupo, com 6,2% de AAV, segue-se a Cidade FM, com 5,3%, depois a Rádio Clube Português, com 3,2% e, finalmente, a Best Rock FM com 0,9% de AAV.
* AAV - Audiência Acumulada de Véspera - percentagem de indivíduos que escutaram uma estação no período de um dia, independentemente do tempo despendido.
A RFM continua a ser a emissora mais escutada em Portugal com 13,1% de Audiência Acumulada de Véspera (AAV)*, sendo uma das poucas que reforçou a sua audiência durante o trimestre anterior. A Renascença continua a perder ouvintes, mas, ainda assim, continua a ser a segunda estação mais escutada em Portugal com 9,4% de AAV. A terceira estação do grupo Renascença, a Mega FM, conseguiu 1,4%.
A Antena 1, do grupo Rádio e Televisão de Portugal, teve 5,1% de AAV e a Antena 3 conseguiu 3,7%. A TSF - Rádio Notícias teve 5% de AAV.
Em relação às estações da Media Capital, a Rádio Comercial é a emissora mais escutada do grupo, com 6,2% de AAV, segue-se a Cidade FM, com 5,3%, depois a Rádio Clube Português, com 3,2% e, finalmente, a Best Rock FM com 0,9% de AAV.
* AAV - Audiência Acumulada de Véspera - percentagem de indivíduos que escutaram uma estação no período de um dia, independentemente do tempo despendido.
segunda-feira, 24 de outubro de 2005
Mais um livro sobre a história da rádio portuguesa*
«A Rádio em Portugal e o declínio de Salazar e Caetano 1958-74 É o título do livro de Dina Cristo, editado pela MinervaCoimbra, a lançar amanhã na Escola Superior de Educação de Coimbra, pelas 14:30, e com apresentação de Sansão Coelho [uma "voz" histórica da RDP - Centro]».
* Via Indústrias Culturais.
* Via Indústrias Culturais.
domingo, 23 de outubro de 2005
Projecto ROLI com forte adesão
Já elogiei, neste blogue, o Projecto ROLI e, segundo a Associação Portuguesa de Radiodifusão (APR), o ROLI (Rádios Online na Internet) – que tem como objectivo reunir as estações radiofónicas portuguesas com emissões online num único portal - avança a bom ritmo, já que o número de emissoras aderentes na primeira fase ascende a 200.
A segunda fase de adesão ao ROLI avança dentro de pouco tempo, sendo esta a última oportunidade das emissoras portuguesas aderirem.
Para já, são cinco as rádios locais que se podem escutar na página do ROLI.
A segunda fase de adesão ao ROLI avança dentro de pouco tempo, sendo esta a última oportunidade das emissoras portuguesas aderirem.
Para já, são cinco as rádios locais que se podem escutar na página do ROLI.
sábado, 22 de outubro de 2005
Ironia?
Pedro Tojal, na conferência "O conteúdo musical no produto radiofónico", no âmbito da Musicália, na FIL, afirmou: «Acredito que as rádios locais têm muito futuro».
A frase abre a reportagem do DN sobre a Músicália.
A frase abre a reportagem do DN sobre a Músicália.
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