Adelino Gomes em entrevista ao Jornal de Notícias: «Gostava de fazer a síntese. A tónica está do lado do ouvinte, sem esquecer o campo profissional, que é de onde venho, para o compreender e poder, depois, fornecer a chaves descodificantes. Acho que o provedor exerce quase uma espécie de controlo de qualidade. E esse controlo começa no mais básico: o produto não pode estar estragado. Depois, deve ser bom, excelente».
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domingo, 29 de junho de 2008
quarta-feira, 4 de junho de 2008
Os Milhões da RTP
Segundo o Segundo o relatório do "Cumprimento das Obrigações de Serviço Público", a Rádio e Televisão de Portugal (RTP) recebeu 314,8 milhões de euros em 2007.
A receita - proveniente, na sua maioria, da contribuição para o audiovisual, incluída na factura da EDP - foi em grande parte para o meio Televisão, sendo que «a rádio pública obteve 49,6 milhões de euros, ou seja, menos de 16 por cento do total dos proveitos».
segunda-feira, 2 de junho de 2008
A Emissão Conjunta RTP/RTPN da Antena Aberta
A Rádio e Televisão de Portugal (RTP) está com emissões conjuntas do programa “Antena Aberta” na RTPN (televisão) e na Antena 1 (rádio). Emissões assim não são novidade, mas a forma como são feitas é que pode fazer a diferença.
O “Antena Aberta” é um programa de rádio, logo é pouco dado ao formato televisivo. Ainda assim há formas de adaptar. Hoje, a jornalista Eduarda Maio – pivot do programa - apresentava-se por detrás de um microfone que lhe tapava parte da cara e com uns auscultadores enormes. É assim que se está na rádio, mas pode-se fazer adaptações para televisão. Eduarda Maio está só, no estúdio. Não tem convidados pelo que a imagem está praticamente focada nela, alternando com a mesa de controlo de áudio e algumas imagens (repetidas várias vezes). Ou seja, bastante monótono.
Comparado com o programa da SIC Notícias, o “Antena Aberta” – para televisão - é muito pobre. Pela sua experiência no meio televisivo (Eduarda Maio apresentou o programa “O Juiz Decide”), Eduarda Maio podia ter um microfone de lapela e auriculares, o que lhe melhoraria o aspecto, e um ou dois convidados (ou comentadores) em estúdio, o que aligeiraria o formato visual estático característico da rádio, mas inadequado em televisão.
Neste formato, o “Antena Aberta” é um bom programa de rádio, mas um mau programa de televisão. E isto é nas estações de rádio e televisão que todos pagamos. Já agora, o material da RTP é de luxo. Não há necessidade de ter, em rádio, para voz, um microfone Neumman caríssimo. É um microfone excelente, sem dúvida, mas há alternativas mais baratas para o fim a que se destinam. Nenhuma emissão em FM consegue tirar partido das características de um microfone daqueles.
O “Antena Aberta” é um programa de rádio, logo é pouco dado ao formato televisivo. Ainda assim há formas de adaptar. Hoje, a jornalista Eduarda Maio – pivot do programa - apresentava-se por detrás de um microfone que lhe tapava parte da cara e com uns auscultadores enormes. É assim que se está na rádio, mas pode-se fazer adaptações para televisão. Eduarda Maio está só, no estúdio. Não tem convidados pelo que a imagem está praticamente focada nela, alternando com a mesa de controlo de áudio e algumas imagens (repetidas várias vezes). Ou seja, bastante monótono.
Comparado com o programa da SIC Notícias, o “Antena Aberta” – para televisão - é muito pobre. Pela sua experiência no meio televisivo (Eduarda Maio apresentou o programa “O Juiz Decide”), Eduarda Maio podia ter um microfone de lapela e auriculares, o que lhe melhoraria o aspecto, e um ou dois convidados (ou comentadores) em estúdio, o que aligeiraria o formato visual estático característico da rádio, mas inadequado em televisão.
Neste formato, o “Antena Aberta” é um bom programa de rádio, mas um mau programa de televisão. E isto é nas estações de rádio e televisão que todos pagamos. Já agora, o material da RTP é de luxo. Não há necessidade de ter, em rádio, para voz, um microfone Neumman caríssimo. É um microfone excelente, sem dúvida, mas há alternativas mais baratas para o fim a que se destinam. Nenhuma emissão em FM consegue tirar partido das características de um microfone daqueles.
domingo, 25 de maio de 2008
O Novo Provedor da Rádio Pública
A Rádio e Televisão de Portugal já indicou um novo Provedor do Ouvinte para as suas emissoras radiofónicas. Adelino Gomes foi o nome escolhido pelo Conselho de Administração da RTP para suceder a José Nuno Martins no cargo.
O processo de substituição de José Nuno Martins no cargo de Provedor do Ouvinte, não foi pacífico. O primeiro nome escolhido pela Administração da RTP foi Francisco José Oliveira – vice-presidente da Associação Portuguesa de Radiodifusão e responsável pela agência de comunicação Emirec - mas foi chumbado pelo Conselho de Opinião da rádio pública. De referir que foi interposta uma acção em tribunal, por parte de Francisco José Oliveira, «devido a afirmações de membros do órgão, que justificaram o veto pela incompetência e ignorância acerca do cargo de provedor e do serviço público de radiodifusão».
Adelino Gomes tinha vindo a desempenhar o cargo deProvedor do Leitor reporter no jornal “Público” (mas que, entretanto, já deixou), mas esteve mais de duas décadas na RDP e foi co-fundador da TSF. É, também, conhecido como um “Jornalista de Abril”.
Pela sua experiência, enquanto jornalista, homem da rádio e Provedor do Leitor do “Público”, Adelino Gomes será, certamente, um excelente Provedor do Ouvinte das emissoras radiofónicas da RTP.
O processo de substituição de José Nuno Martins no cargo de Provedor do Ouvinte, não foi pacífico. O primeiro nome escolhido pela Administração da RTP foi Francisco José Oliveira – vice-presidente da Associação Portuguesa de Radiodifusão e responsável pela agência de comunicação Emirec - mas foi chumbado pelo Conselho de Opinião da rádio pública. De referir que foi interposta uma acção em tribunal, por parte de Francisco José Oliveira, «devido a afirmações de membros do órgão, que justificaram o veto pela incompetência e ignorância acerca do cargo de provedor e do serviço público de radiodifusão».
Adelino Gomes tinha vindo a desempenhar o cargo de
Pela sua experiência, enquanto jornalista, homem da rádio e Provedor do Leitor do “Público”, Adelino Gomes será, certamente, um excelente Provedor do Ouvinte das emissoras radiofónicas da RTP.
segunda-feira, 7 de abril de 2008
Emissoras da RTP exclusivas para a Internet
A Rádio e Televisão de Portugal (RTP) está apostar na Internet como plataforma para novos canais. Primeiro foi a Rádio Mozart, durante as comemorações dos 250 anos do compositor, agora é uma emissora totalmente dedicada à música portuguesa – a Rádio Lusitânia.
Faltam, no entanto, conteúdos à Lusitânia, pois é apenas um fluxo de música, tal como se poderia escutar num Compact Disc, misturando-se todos os géneros musicais. Ora isto já pode ser feito há muito tempo, por qualquer pessoa, no Cotonete. Também por ser exclusivamente online, não chega à esmagadora maioria da população portuguesa. Esta seria a mais valia da RTP: os conteúdos. Infelizmente não existem.
Há projectos para mais dois canais na Internet, até ao final de 2008, sendo que já está decidido que um será dedicado à cidadania. Também estão previstas emissoras temporárias na Internet dedicadas ao "Euro 2008" e ao "Rali de Portugal".
quarta-feira, 9 de janeiro de 2008
Escuta da rádio pública na web aumenta
A escuta de rádio via Internet não pára de crescer, provando, assim, que a aposta nas emissões online está ganha.
Conforme dados divulgados pela RTP, as suas estações radiofónicas (Antena 1, Antena 2, Antena 3, RDP Internacional, RDP África, Antena 1 Madeira, Antena 3 Madeira, RDP Açores e a webradio Mozart) receberam mais de seis milhões de contactos na Internet, em 2007, o que representa um aumento de 44%, face 2006.
terça-feira, 11 de setembro de 2007
Os dinheiros da Rádio e Televisão de Portugal
Segundo o “Diário de Notícias”, «cada português pagou, em média, 434 euros por ano para a RTP». A questão é esta: com esta verba não seria de termos um melhor serviço público de radiodifusão? Os ordenados da RTP e RDP são bem superiores aos de qualquer emissora privada e os equipamentos técnicos também, mas nem sempre o serviço prestado é superior ao das estações privadas.
Num país onde muitos portugueses auferem o ordenado mínimo (pouco mais de 400 euros), onde o governo propaga que é necessário diminuir a dívida pública, etc., paga-se verbas absurdas para um serviço que muitas vezes é prestado por estações privadas.
Num país onde muitos portugueses auferem o ordenado mínimo (pouco mais de 400 euros), onde o governo propaga que é necessário diminuir a dívida pública, etc., paga-se verbas absurdas para um serviço que muitas vezes é prestado por estações privadas.
Corr. 12/09 - O “Diário de Notícias” corrigiu a notícia. Afinal são 43 euros por ano, que cada português paga, em média, para o serviço público de radiodifusão.
segunda-feira, 2 de julho de 2007
Os Recibos Verdes
O jornal “Diário de Notícias” apresenta uma situação na RTP Porto, em que 30 trabalhadores da RTP Porto, que estavam a recibos verdes «acusam a estação pública de estar a afastá-los de funções por se terem recusado a assinar contrato com uma agência de trabalho temporário para poderem manter a sua ligação à televisão pública (…)».
Talvez por ser televisão, esta situação foi denunciada, mas na rádio é recorrente existirem trabalhadores que prestam serviço nas instalações das emissoras, com ou sem horário definido, e que passam recibos verdes. Ou seja, totalmente contra a lei.
Talvez por ser televisão, esta situação foi denunciada, mas na rádio é recorrente existirem trabalhadores que prestam serviço nas instalações das emissoras, com ou sem horário definido, e que passam recibos verdes. Ou seja, totalmente contra a lei.
Act. 3 de Julho - O jornal "Diário de Notícias" apresenta novos desenvolvimentos do caso, na notícia "RTP Porto vai buscar técnicos a Lisboa".
terça-feira, 22 de maio de 2007
Antena 1 e Antena 3 alteram grelha de programas
As emissoras radiofónicas do grupo RTP vão sofrer alterações a partir de 28 de Maio. À excepção da Antena 2 - cuja grelha a direcção considera "estabilizada" - tanto Antena 1 como Antena 3 vão ter novidades para o Verão. Estas alterações vão no sentido de tornar a rádio pública mais próxima dos seus ouvintes
Fruto das alterações à grelha de programas, a Antena 1 vai fazer emissões matinais desde cafés emblemáticos Portugueses: Majestic, no Porto; Martinho da Arcada, em Lisboa; Café de Santa Cruz, em Coimbra, etc. Estes são alguns dos locais onde vai ser possível ver e ouvir, ao vivo, a Antena 1. Esta é a principal novidade do principal canal público de rádio
A Antena 3 vai, segundo Rui Pego, director das estações públicas de rádio, deixar de ser uma rádio musical para se tornar numa rádio de conteúdos, com mais programas de autor. Este é um avanço positivo, já que existem dezenas de estações radiofónicas que são musicais, com raros (ou mesmo nenhuns) programas de autor.
Fruto das alterações à grelha de programas, a Antena 1 vai fazer emissões matinais desde cafés emblemáticos Portugueses: Majestic, no Porto; Martinho da Arcada, em Lisboa; Café de Santa Cruz, em Coimbra, etc. Estes são alguns dos locais onde vai ser possível ver e ouvir, ao vivo, a Antena 1. Esta é a principal novidade do principal canal público de rádio
A Antena 3 vai, segundo Rui Pego, director das estações públicas de rádio, deixar de ser uma rádio musical para se tornar numa rádio de conteúdos, com mais programas de autor. Este é um avanço positivo, já que existem dezenas de estações radiofónicas que são musicais, com raros (ou mesmo nenhuns) programas de autor.
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