segunda-feira, 31 de maio de 2010
1000 Edições de "Um Toque de Jazz"
segunda-feira, 10 de maio de 2010
Uma Opinião no JN
sábado, 20 de dezembro de 2008
Sobre a Antena 2
terça-feira, 1 de julho de 2008
domingo, 13 de abril de 2008
Um Recorde de Comentários
quarta-feira, 2 de abril de 2008
Em grande…
quinta-feira, 6 de março de 2008
Sobre a Antena 2
A Antena 2 tem-se afastado gradualmente do seu modelo tradicional e as reclamações não fizeram esperar. Rogério Santos, do blogue “Indústrias Culturais”, acha que «escutar o programa da manhã da Antena 2 com muitas palavras e pouca música não é agradável». Por seu lado, Álvaro José Ferreira, do blogue “A Nossa Rádio”, critica «o desinvestimento em programas de autor e a opção por simples alinhamentos musicais alargados».
A Antena 2 foi durante muitos anos uma rádio diferente. Não é do agrado da esmagadora maioria dos ouvintes radiofónicos portugueses, mas uma emissora de serviço público tem de ser diferente das estações privadas. A Antena 2 privilegiava a musica Antiga, de Câmara, Clássica, Barroca, Sinfónica, e outros géneros instrumentais, tendo, também, espaços de Jazz. Ou seja, géneros musicais que não passam noutras emissoras, porque as audiências não justificam.
Afastar a Antena 2 deste modelo é aproximá-la de modelos já existentes, nomeadamente a Antena 1 - a principal estação do serviço público de radiodifusão sonora. No entanto, parece que tem sido isso que tem vindo a acontecer. Assim sendo, uma das emissoras torna-se desnecessária.
A Antena 2 não é uma rádio de informação, mas deve ter edições curtas, direccionadas para a cultura. A Antena 2 não é uma rádio de palavra, pelo que o comentário politico deve ser remetido para a Antena 1 – esta sim, mais informativa e mais de palavra. No entanto, deve ter programas que expliquem e contextualizem a musica que é escutada, contribuindo, assim, para um maior conhecimento do que é a música.
domingo, 15 de julho de 2007
O “Império dos Sentidos” e o Provedor
Considero que José Nuno Martins tem vindo a fazer um excelente trabalho, embora nem sempre esteja de acordo com as suas posições. Paulo Alves Guerra sempre pautou as suas edições na TSF por um destaque à cultura, que por vezes considerei, pela forma como era exposto, excessivo. Lembro-me, por exemplo, de um noticiário de dez minutos de duração em que oito foram preenchidos com música como se fosse uma peça jornalística. O estilo do Paulo Alves Guerra e as personalidades que são convidada do “Império dos Sentidos” não agradaram a alguns ouvintes.
Mas gostar, ou não, de algo é entrar no pantanoso terreno da subjectividade. Já o facto de o Paulo Alves Guerra se ter recusado a responder ao provedor é censurável, até porque o serviço público de radiodifusão deve-se reger por normas diferentes da rádio privada (parece, no entanto, que não há uma definição clara do que é o serviço público de radiodifusão, em Portugal). Apresentar o seu ponto de vista também seria, certamente, uma forma defender a sua posição. Quando trocou a TSF pela RDP, Paulo Alves Guerra devia
Mais palavra não desvirtua o espírito do que deve ser a Antena 2 e o serviço público de rádio. Muito pelo contrário, falar sobre a música clássica (ou de Câmara, Sinfónica, Barroca, Antiga, etc.) pode ser uma forma de fazer crescer o interesse por géneros musicais que não são divulgados por outras emissoras. E não o são porque a generalidade do público não as compreende. E como, normalmente, não se gosta do não se entende… Temos aqui uma “pescadinha de rabo na boca”.
Não acho que a Antena 2 deva ter noticiários como os da Antena 1. São emissoras do mesmo grupo, logo complementares e não concorrentes. Assim sendo, as edições da Antena 2 deviam ter um tratamento jornalístico diferente, mais orientado para a cultura. Outros acontecimentos – bem explorados na Antena 1 – deviam ter menos espaço.
sábado, 16 de junho de 2007
Uma questão de um leitor
terça-feira, 22 de maio de 2007
Antena 1 e Antena 3 alteram grelha de programas
Fruto das alterações à grelha de programas, a Antena 1 vai fazer emissões matinais desde cafés emblemáticos Portugueses: Majestic, no Porto; Martinho da Arcada, em Lisboa; Café de Santa Cruz, em Coimbra, etc. Estes são alguns dos locais onde vai ser possível ver e ouvir, ao vivo, a Antena 1. Esta é a principal novidade do principal canal público de rádio
A Antena 3 vai, segundo Rui Pego, director das estações públicas de rádio, deixar de ser uma rádio musical para se tornar numa rádio de conteúdos, com mais programas de autor. Este é um avanço positivo, já que existem dezenas de estações radiofónicas que são musicais, com raros (ou mesmo nenhuns) programas de autor.
sábado, 10 de março de 2007
Conferência sobre Guilhermina Suggia com apoio da Antena 2
Na conferência participarão Anita Mercier, professora da Juilliard School de Nova Iorque (estudiosa e biógrafa de Guilhermina Suggia); Isabel Millet, escritora (filha da aluna testamentária de Guilhermina Suggia, Isabel Cerqueira Millet); Paulo Gaio Lima, Violoncelista (aluno de Madalena Sá Costa – aluna de Guilhermina Suggia – e vencedor do Prémio Suggia- Porto 1979).
Estão todos convidados. A entrada é livre.